Florestas Vivas | WWF

Florestas Vivas



 A perda das grandes florestas naturais do Planeta – desflorestação - é uma realidade com que a Humanidade tem vindo a conviver e que pode, se não devidamente controlada e travada, ter consequências a nível de perdas económicas, sociais e ambientais.

 

Apesar dos progressos conseguidos na redução da desflorestação, continua-se a assistir a uma destruição das florestas superior à capacidade de regeneração das mesmas. Este desaparecimento é um dos responsáveis pelos níveis de perda de biodiversidade globais de quase 30%, entre 1970 e 2007, de acordo com estudos da WWF.

 

O desafio do mundo é evitar as alterações climáticas e a perda de biodiversidade decorrentes da desflorestação. A WWF tem, assim, trabalhado no sentido de atingir o objectivo global de Desflorestação e Degradação Florestal Zero até 2020 (ZNDD).

 

Tendo como horizonte o ZNDD 2020 e após o decorrer do Ano Internacional das Florestas, a WWF lançou o Relatório Florestas Vivas

 

Neste documento, com seis capítulos, lançados ao longo de 2011, procurou-se discutir de forma clara as implicações e as causas da desflorestação e as suas possíveis soluções.

Florestas Vivas: sim podemos!

O Relatório Florestas Vivas revela que actualmente, o planeta possui florestas produtivas e terra arável suficientes para fornecer alimentos, bens e energia sem a necessidade de se recorrer a mais conversão de florestas naturais.

 

Mas este cenário altera-se após 2030 quando, e de acordo com o relatório Planeta Vivo, a população mundial – que se prevê que ultrapase os 9 biliões em 2050 – se tornar um factor determinante na alocação de recursos.

 

Descodificar soluções para a procura global de alimento, combustível e fibra; bem como soluções para a conservação das florestas é o que se pretende desvendar.