Co-Pesca | WWF

Co-Pesca



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Pescador deita uma rede sobre sargos de cabeça dourada ( Sparus aurata) numa zona de piscicultura, na Ilha Frioul, em Marselha, França.
© naturepl.com/Frederic Larrey/WWF

Projecto da WWF ‘Co-Pesca’

A co-gestão – uma solução para a pesca sustentável no eixo Peniche-Nazaré
O projeto Co-Pesca sobre co-gestão da Pesca no eixo Peniche-Nazaré começou em Agosto de 2014 e durou 1 ano. Este projecto foi financiado pela União Europeia através do PROMAR com o apoio da Fundação Calouste Gulbenkian.

O projeto teve como objetivo identificar as pescarias com maior potencial para a co-gestão com base num processo de participação pública que envolvesse os vários stakeholders.

Na fase de avaliação foram identificados 11 casos de estudos. Depois da aplicação de um conjunto de critérios definidos pela WWF apenas 6 casos de estudos foram discutidos numa reunião com os stakeholders (e que decorreu em Fevereiro de 2015). Após esta reunião a WWF concluiu que 2 casos teriam maior potencial de co-gestão: a apanha de Percebes nas Berlengas e a apanha de bivalves na Lagoa de Óbidos.

Co-Pesca Estudo de Impacto
A WWF pediu a uma empresa independente, a GfK Metris, para realizar um estudo sobre a forma como os stakeholders envolvidos avaliaram o trabalho da WWF na região e o seu interesse em participar activamente num processo de co-gestão.

O estudo baseado em entrevistas com 40 participantes concluiu que a WWF e o projeto Co-Pesca teve um alto nível de reconhecimento entre as partes interessadas, 93% (WWF) e 80% (o projeto). 93% dos entrevistados também expressaram o interesse em implementar uma abordagem de co-gestão, 65% dos participantes considerou o trabalho da WWF como excelente ou muito bom. Os entrevistados identificaram os benefícios da co-gestão no sector das pescas: a partilha de responsabilidades entre os pescadores, o envolvimento de todos na gestão de recursos e a sustentabilidade.

Próximos passos
A WWF pretende consolidar e implementar um processo de co-gestão da pesca no eixo Peniche-Nazaré, dando assim continuidade ao projeto que avaliou o seu potencial. A fase 1 do projeto definiu as bases para implementar um Comité de Co-Gestão. Prevê-se que a fase 2 do processo de co-gestão leve cerca de 6 meses para ser totalmente desenvolvido com o cumprimento de condições para a implementação de um Comitê de Co-Gestão para a apanha de percebes nas Berlengas e apanha de bivalves na Lagoa de Óbidos.

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